Mostrando postagens com marcador pregação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pregação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Declínio da Pregação Contemporânea - John MacArhtur

0 comentários

John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos. ______________________________________
Você já percebeu como diversos comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que anunciam? Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans. Um comercial de perfumes mostra uma coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam muito pouco sobre a própria cerveja.

Esses comerciais são produzidos com o objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para transmitir informações. Com freqüência, eles são os mais eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos naturais de um veículo de comunicação que promove uma visão surrealista do mundo.

A televisão mescla sutilmente a vida real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a mensagem.

Amusing Ouselves to Death (Divertindo-nos até à morte) é um livro perceptivo mas inquietante escrito por Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão para a verdadeira comunicação.

Postman assegura que, ao invés de nos tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão tem inundado nossas mentes com informações irrelevantes, sem significado. Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras formas de interação humana.

Postman ressalta que até os noticiários são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves notícias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria inevitável. No próximo segmento da programação, houve um comercial do Rei dos Hamburgers. Não se espera que nossa reação seja racional. Nas palavras de Postman, “os espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um assassino estava solto na vizinhança”.

A televisão não pode exigir uma resposta sensata. As pessoas ligam-na para se divertir, não para serem desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensemos ou demanda muito de nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste.

A televisão tem diminuído o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República? Sinceramente, é muito difícil imaginar que nossos antepassados possuíam esse tipo de paciência. Temos permitido a televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.

Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do livro de Postman está em um capítulo sobre religião. Esse homem não-crente escreve com profundo discernimento a respeito do declínio da pregação. Ele contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan Edwards, George Whitefield e outros. Estes homens contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição moderna, a “boa” pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante. Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na justiça (2 Tm 3.16).

O modelo da pregação moderna é o evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas, movimentarem-se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se importa, visto que a resposta é entusiástica?

É lógico que a pregação em muitas das igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas, infelizmente, até algumas das melhores pregações de nossos dias contêm mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas têm um sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco ensino.

Na verdade, muitos pregadores consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática. Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero entretenimento. Qual foi a sua conclusão? As pessoas não recordam aquilo que você pregou; por isso, a maior parte da pregação é perda de tempo. “Procurarei fazer melhor no próximo ano”, ele escreveu, “isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados e gastando mais tempo preparando sermões curtos. As pessoas, eu descobri, perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia”.

Isto resume com perfeição a atitude que predomina na igreja moderna. Existe uma semelhança entre esse tipo de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição íntima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar necessariamente algo da essência das Escrituras. Esse tipo de pregação é uma completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão. Segue o que é agradável, porém revela pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4.2); falar “o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1); ensinar e recomendar “o ensino segundo a piedade” (1 Tm 6.3). É impossível fazer estas coisas se nosso alvo é entreter as pessoas.

O futuro da pregação expositiva é incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio exposições da verdade divina? Este é o grande desafio para os líderes da igreja contemporânea. Não devemos nos render à pressão para sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe como ouvir.

Fonte [Soberana Graça]

terça-feira, 11 de maio de 2010

Begg na Preparação da Pregação - Alistair Begg

0 comentários
"Eu fico fascinado pela variedade de abordagens que pregadores tomam na preparação dos seus sermões. Em nossa preparação, bem como em nossa entrega nós devemos 'para nós mesmos ser verdadeiros.'Quando sou convidado a resumir meu método de preparação, eu menciono os seguintes pontos, que eu aprendi do antigo Leith Samuel... .


1. Pense vazio. Por mais estranho que possa parecer, devemos ser cuidadosos para assegurar que nós não evitamos pensamento são. A tentativa de responder emocionalmente a uma passagem (isto é como isso me faz sentir) não é exclusivo para os nossos ouvintes. Se queremos ter congregações 'pensantes' cabe a nós ser 'pastores pensantes'! Não queremos ser incertos até o momento que nosso estudo termina, mas é certamente correto e bom começar com a perspectiva, 'Eu devo saber o que isto diz, e eu devo saber o que isso significa."

2. Entenda completamente.

3. Escreva claro. Além da capacitação essencial do Espirito Santo, se há um único aspecto da preparação de sermao que eu gostaria de enfatizar, é este. Liberdade de entrega no pulpito depende de organização cuidadosa no estudo. Podemos acreditar que nós temos uma compreensão do texto, apenas para se levantar e descobrir que em algum lugar entre nosso pensamento e nossos assuntos eloquentes tem desaparecido erradamente. O elo perdido pode geralmente ser traçado de volta para a falta de colocar nossos pensamentos com clareza.

4. Ore calorosamente. Não há chance de fogo nos bancos se há um iceberg no pulpito! Sem oração e comunhão com Deus durante as fases de preparação, o pulpito será frio. Em 1752 John Shaw lembrou o pastor titular iniciando sua incumbência em Cambridge, Massachusetts: 'Tudo será em vão, de nenhum proposito salvador, até que Deus tenha o prazer de dar o crescimento. E para fazer isto, Deus procura orações para chegar aos Seus ouvidos. Um ministro de oração é sempre o caminho para ter um ministério bem sucedido."

5. Seja você mesmo, mas não pregue você mesmo. Um bom professor, como João Batista, limpa o caminho, declara o caminho, e em seguida sai do caminho."

Postagem Original[Em Inglês]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Que Cristão Incrível - A.W. Tozer

2 comentários
Texto original de Aiden Wilson Tozer traduzido por mim. Aproveitem!

O esforço atual de muitos líderes religiosos de haonizar o Cristianismo com a ciência, filosofia e coisa natural e razoável é, eu creio, o resultado da falha de entender o Cristianismo e, julgando do que eu ouvi e lí, falha em entender a ciência e filosofia também.

No coração do sistema Cristão está a cruz de Cristo om seu paradoxo. O poder do Cristianismo aparece em sua antipatia, não em seu concentimento com, os caminhos dos homens caídos. A verdde da cruz é revelada em suas contradições. O testemunho da igreja é mais efetivo quando ela declara em vez de explicar, porque o evangelho é destinado não á razão mas à fé. O que pode ser provado não requer nenhuma fé para ser aceito. Fé repousa sobre o caratér de Deus, não sobre as demonstrações de laboratorio ou lógica.

A cruz suporta em forte oposição ao homem natural. Sua filosofia é contrária aos processos da mente não regenerada, de modo que Paulo podia dizer sem rodeios que a pregação da cruz é loucura para os que perecem. Tentar encontrar um terreno comum entre a mensagem da cruz e a razão do homem caído é tentar o impossivel, e se persistida deve resultar é uma razão comprometida, uma cruz sem sentido e um Cristianismo sem poder.

Mas vamos trazer toda a questão abaixo do planalto da teoria e simpesmente observar o verddeiro Cristão como ele coloca em pratica os ensinamentos de Cristo e Seus apostolos. Note as contradições:

Os Cristãos creem que em Cristo ele morreu, ainda ele estando mais vivo do que antes e ele espera totalmente viver eternamente. Ele caminha na Terra enquanto sentado no Céu e apesar de nascido na Terra ele descobre que depois de sua converção ele não está em casa aqui. Como o bacurau, que no ar é a essencia da graça e belo mas no terreno é estranho e feio, então o Cristão aparece em seu melhor em lugares celestiais mas não cabe bem nos caminhos da própria sociedade em que nasceu.

O Cristão logo aprende que se ele fosse vitorioso como um filho do Céu entre homens na Terra ele não deve seguir o padrão comum da humanidade, mas sim o contrario. Que ele pode estar seguro, ele se coloca em perigo; ele perde sua vida para salvá-la e corre o risco de perd-la se ele tentar preservá-la. Ele desce para subir Se ele se recusa a descer ele já está e baixo, mas quando ele começa embaixo ele está no caminho de cima.

Ele está mais forte quando está mais fraco e mais fraco quando está mais forte. Apesar da pobreza ele tem o poder de fazer outros ricos, mas quando ele se torna rico sua habilidade de enriquecer outros desaparece. Ele tem mais depois que dá mais e tem menos quando ele possui mais.

Ele pode ser e é muitas vezes maior quando ele se sente menor e mais isento de pecado quando ele é mais consciente do pecado. Ele é mais sabio quando ele sabe que ele não sabe e sabe menos quando ele dquiriu a maior quantidade de conhecimento. Ele às vezes faz mais por não fazer nada e vai mais longe quando está parado. Em peso ele consegue se alegrar e mantem seu coração alegre mesmo na tristeza.

O carater paradoxal do Cristão é revelado constantemente. Por exemplo, ele crê que ele está salvo agora, no entanto ele espera ser salvo mais tarde e aguarda alegremente a salvação futura. Ele teme a Deus mas não está com medo Dele. Nas presença de Deus ele se sente oprimido e desfeito, ainda assi não há nenhum lugar que ele preferia estar do que nessa presença. Ele sabe que ele foi limpo do seu pecado, ainda assim ele está dolorosamente consciente que em sua carne não habita nenhuma coisa boa.

Ele ama supremamente Um que ele nunca viu, e apesar de ser pobre e humilde ele fala familiarmente com Um que é Rei de todos os reis e Senhor de todos os senhores, e está ciente de nenhuma incongruencia em agir assim. Ele sente que ele está em seu proprio diretito completamente menos que nada, ainda assim ele crê sem questionar que ele é a menina dos olhos de Deus e que por ele o Filho Eterno se tornou carne e morreu na cruz da vergonha.

O Cristão é um ciddão do Céu e para essa a cidadania sagrada ele reconhece fidelidade em primero lugar; ainda assim ele deve amar seu país terreno com aquela intensidade de devoção que fez John Knox orar "Ó Deus, me dê a Escócia ou eu morro."

Ele alegremente espera antes de entrar nesse mundo brilhante acima, mas ele está sem presa de deixar este mundo e está muito disposto a aguardar a convocação do seu Pai Celestial. E ele é incapaz de entender porque o incredulo critico deve condená-lo por isto; tudo parece tão natural e direito nas circunstancia que ele não vê nada incoerente nisso.

O Cristão levando a cruz, além disso, é tanto um confirmado pessimista e um otimista o tipo de que não é encontrado em mais lugar nenhum na Terra.

Quando ele olha para a cruz ee é pessimista, porque ele sabe que o mesmo julgamento que caiu sobre o Senhor da gloria condena naquele ato toda natureza e todo o mundo dos homens. Ele rejeita todo esperança humana fora de Cristo porque ele sabe que o esforço masi nobre do homem é apenas poeira construção de pó no pó.

Ainda assim ele está calmamente, tranquilamente otimista. Se a cruz condena o mundo a ressurreição de Cristo garante o trunfo final do bem em todo universo. Através de Cristo todos estarã bem afinal e o Cristão aguarda a consumação. Cristão Incrível!

Postagem Original[Em Inglês]

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sua própria Religião - A.W. Pink

0 comentários
"Onde Deus trabalha, ele sempre faz isso de forma coerente com sua própria Palavra. O que quero dizer com isso é que: quando ele levanta, prepara, e envia um de seus servos, esse servo necessariamente pregará a Palavra, e denunciará tudo aquilo que é oposto à Palavra: portanto, sua mensagem é obrigada a ser impopular, de fato, odiada por todos os que não são regenerados. Não foi assim com os profetas do Antigo Testamento? Será que mesmo os Israelitas de seu dia suportariam a sã doutrina ? Eles suportariam quando o Senhor Jesus pregasse? Eles suportariam quando os Apostolos ensinassem? Suportariam nos tempos de Lutero e Calvino? E a pobre, decaida natureza humana é a mesma agora! Note bem, meu querido amigo, que as pessoas as quais os profetas do Antigo Testamento, Cristo, e os apostolos pregaram não eram irreligiosas! Não, na verdade, longe disso! Eles eram muito religiosos: mas eles estaam determinados a ter sua propria religião, que hes convinha, e eles não tolerariam qualquer coisa que os condenasse. Assim é agora." - A.W. Pink

Fonte = Reformed Voices
 

Copyright 2008 All Rights Reserved Revolution Two Church theme by Brian Gardner Converted into Blogger Template by Bloganol dot com